Reativação de estaleiro ainda vai demorar

 Com dívidas de cerca de R$ 700 milhões por conta de contratos interrompidos com fornecedores, a Enseada Indústria Naval (EIN) passou a ser procurada pelos cobradores, na Bahia, desde a semana passada quando a Petrobras sinalizou a retomada da construção dos navios-sonda no país, por meio da Sete Brasil, principal cliente da empresa.

A expectativa da reativação do projeto do estaleiro no município de Maragojipe provocou também um movimento de trabalhadores, bem como investidores locais interessados em também reativar negócios gerados em função do empreendimento.

A informação foi confirmada pela própria assessoria de comunicação da empresa.

A Enseada esclarece, entretanto que, embora o entrave para o andamento dos projetos tenha sido gerado justamente pela falta de repasses da Sete Brasil, a sinalização pelo governo de que a subsidiária da Petrobras deva firmar um acordo nos próximos dias para a retomada dos projetos de contratação das sondas de perfuração para a camada do pré-sal, não representa a reativação imediata do estaleiro baiano.

“Primeiro, porque o que se fala é que haverá uma redução no números de navios-sonda a serem contratados pela Sete Brasil neste novo momento, e isto exige toda uma reestruturação das empresas envolvidas e, consequentemente, dos contratos”, explica Marcelo Gentil, gerente de comunicação externa da Enseada.

Fonte: O Portal da Bahia

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Estaleiro Enseada pode retomar as atividades

Para que as obras sejam retomadas no entanto, será necessário que a empresa retome um financiamento no montante de R$ 600 milhões.

estaleiro enseada em maragogipe

O Estaleiro Enseada está próximo de retomar suas atividades na cidade de Maragogipe. Após suspender os trabalhos no mês de fevereiro, o consórcio agora tem a possibilidade de fechar com a Petrobras um contrato de aquisição de 4 sondas para a exploração do pré-sal, diretamente com um grupo japonês liderado pela Kawasaki, que é um dos controladores do estaleiro na região.

Para que as obras sejam retomadas no entanto, será necessário que a empresa retome o financiamento do Fundo de Maria Mercante, junto ao Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, no montante de R$ 600 milhões.

Na última semana, no entanto, a Petrobras parece ter chegado a um acordo em que assinaria o contrato de aquisição das sondas, sendo que 15 unidades delas serão construídas pela Sete Brasil (5 diretamente, e 10 com outros operadores) e outras quatro sondas serão construídas pela Kawasaki, no Estaleiro Enseada. Inicialmente, o projeto era para a construção de 28 sondas de perfuração em águas ultraprofundas.

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Petrobrás e Sete Brasil chegam a acordo que dá fôlego à empresa de sondas

Companhias devem assinar na semana que vem o contrato, fundamental para que a Sete possa obter financiamento no BNDES; ficou acertada a construção de 19 sondas, das quais 15 serão feitas pela empresa brasileira e as outras quatro por grupo japonês

Após meses de discussão, a Petrobrás e a Sete Brasil chegaram a um acordo e devem assinar, na próxima semana, o contrato de aquisição de sondas que serão usadas pela estatal para a exploração do pré-sal. O acerto foi alinhavado nesta sexta-feira em uma reunião entre o presidente da Petrobrás, Aldemir Bendini, e os principais sócios da Sete Brasil na sede da petroleira em São Paulo. Concluída essa etapa, os sócios podem se debruçar agora no plano de reestruturação da companhia. Uma solução para a empresa é tida como vital para estancar a crise nos estaleiros.

Segundo fontes, o acordo prevê a construção de 19 sondas. Desse total, 15 unidades serão feitas pela Sete Brasil e outras quatro por um grupo japonês liderado pela Kawasaki. Inicialmente, o projeto, que precisou ser readequado, era para a construção de 28 sondas de perfuração em águas ultraprofundas.

Foi definido ainda que a Sete Brasil vai operar cinco sondas, o que era um dos pontos de divergência entre as duas empresas. Com problemas de caixa, a Sete Brasil brigava para operar sete sondas e, com isso, aumentar suas receitas com a administração das unidades, mas acabou tendo que ceder neste ponto. O valor do afretamento das sondas será mantido conforme o contrato anterior, em torno de US$ 450 mil por dia.

Presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO

As outras dez sondas feitas pela companhia poderão ficar com outro operador. Segundo fontes, um dos avanços alcançados no encontro desta sexta-feira foi a possibilidade de esse bloco de dez sondas ficar com um único grupo, o que tornaria mais fácil a busca por grupo interessado.

Mais ativa. Na reunião, também foi estabelecido que a Petrobrás terá uma participação mais ativa no plano da companhia. A Sete Brasil, que tem a estatal como acionista minoritária, foi criada para ser proprietária de plataformas flutuantes de perfuração do pré-sal. Entre os outros sócios estão os fundos de pensão Petros (dos funcionários da Petrobrás), Funcef (da Caixa Econômica) e Valia (da Vale), além dos bancos Santander e BTG Pactual.

“Agora há o compromisso da Petrobrás de estar mais presente e atuar mais em conjunto com as outras partes. Isso ocorrerá, por exemplo, com a participação deles nas reuniões”, afirmou a fonte.

A assinatura do acordo é fundamental para que a Sete possa obter financiamento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesse momento de crise financeira. A empresa deixou de pagar aos estaleiros responsáveis pela construção das embarcações em novembro de 2014. Desde o último ano, enfrenta uma crise, após ter sido citada nas investigações da Operação Lava Jato. Dois ex-diretores foram citados como beneficiários das propinas rastreadas pela Polícia Federal.

Sem crédito. Com o envolvimento, a companhia teve dificuldades para liberação de financiamento por parte do BNDES, que apesar de ter uma linha de crédito de cerca de US$ 3 bilhões à empresa, ainda não liberou o pagamento.

O acerto com a Petrobrás abre caminho para que o empréstimo possa sair do papel. Além disso, os principais credores da empresa de sondas (Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa) que já haviam executado as garantias junto ao Fundo Garantidor da Construção Naval (FGCN) agora devem atender aos pleitos da empresa. Até porque, alguns deles também estão na relação de sócios da Sete Brasil. Os acionistas chegaram a aportar US$ 3,1 bilhões, ou R$ 8,25 bilhões, na Sete para a construção de 29 sondas, das quais 28 eram para a Petrobrás.

Há duas semanas, o assessor especial da presidência da Petrobrás, Paulo Alonso, disse acreditar que até outubro, os sócios já chegassem a um acordo sobre a equação financeira da Sete Brasil. Dessa forma, segundo ele, seria possível aliviar financeiramente os estaleiros, que atualmente passam por uma crise.

Fonte: ESTADÃO

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Enseada é a maior empresa de construção do Nordeste, segundo Valor

VALOR 1000 - post

 

A nova edição do Anuário Valor 1000, que teve circulação iniciada nesta terça-feira (25), no jornal Valor Econômico, traz a Enseada Indústria Naval como a maior empresa em sua área de atuação na região Nordeste (construção e engenharia). Pelo segundo ano consecutivo, o estaleiro aparece na publicação e, desta vez, com um salto de 216 posições no ranking nacional: passou da 396ª classificação em 2013 para 180ª em 2014, com uma variação positiva de 161,7%.

O Anuário Valor 1000 é uma das mais completas fontes de pesquisa sobre as empresas em operação no país. Com a experiência e a credibilidade do Jornal Valor Econômico, elaborado segundo critérios homologados pela Fundação Getúlio Vargas, a chancela da Serasa Experian, a publicação analisa 25 setores da economia brasileira, as 1000 maiores empresas do país, as 50 maiores por região, os 100 maiores bancos e as 250 maiores holdings.

O crescimento não pode parar

Mesmo sendo considerada a maior empresa de construção e engenharia do Nordeste e entre as 200 maiores do país, a Enseada foi afetada pela grave crise que a indústria naval brasileira vive atualmente. O estaleiro que a empresa possui na Bahia, hoje com 82% de progresso físico alcançado, teve suas obras de implantação paralisadas. As atividades de construção das primeiras sondas, que estavam a pleno vapor, também precisaram ser interrompidas após cerca de 2 milhões de homem/hora trabalhadas.

Para o momento atual, com o estaleiro em suas atividades normais, estava prevista a geração de 6 mil empregos diretos no empreendimento. Com a crise, menos de 300 pessoas estão trabalhando na unidade industrial da Bahia.

Fonte: Navegando Juntos

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Autor do ‘toque de recolher’ em Nazaré é identificado e preso, diz delegado

A população de cidade de Nazaré vivenciou na tarde de quarta-feira (12) momentos de pânico após ser anunciado um ‘toque de recolher’. O temor de ataques também teria feito escolas e uma agência bancária a fecharem e para manter a ordem, guarnições da Caatinga – Companhia Especializada da Polícia Militar esteve no município e ocuparam os limites da região em busca dos responsáveis pela divulgação. Em entrevista a Andaiá FM, o delegado titular Marcos Maia informou que um suspeito foi apreendido para prestar esclarecimentos e o real motivo de inquerir a instabilidade e a autoria do mandato, “os comerciantes nos passaram algumas informações que nos levou ao suspeito. Não existiu nada de anormal na cidade a não ser essa onda de pânico desnecessário”, disse. Ainda de acordo Maia, o elemento que não teve o nome divulgado para não atrapalhar as investigações, pertence a uma facção criminosa que atua em diversos bairros da cidade e trabalha como mototaxista. O suspeito será autuado por divulgação e incitação ao terrorismo, “ele será autuado por essa ação e outros serão localizados por levarem pavor e pânico no município. Não podemos permitir que a sociedade ficasse temerosa”, completa.(Informação Voz da Bahia)

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Educação a Distância – 10 Motivos para Estudar

Motivo 1 Rápido e Prático motivo 1

Fazer Cursos Online é uma forma rápida e prática de aprender. É possível iniciar um curso em qualquer dia, não é necessário apresentar documentos ou participar de processos burocráticos para iniciar as aulas.

Motivo 1 Valores Acessíveis motivo 2

Nossos cursos variam entre R$ 20,00 e R$ 89,00. Um treinamento parecido em outras instituições pode custar mais de R$ 500,00. Nossa eficiência e alto volume de alunos possibilitam oferecer cursos de alta qualidade por valores reduzidos. Além disso, não há nenhuma cobrança de mensalidade em nossos cursos, eles são pagos uma única vez.

Motivo 1 Flexibilidade motivo 3

O processo é totalmente flexível: Flexibilidade de Local, Flexibilidade de Horário, Flexibilidade de Duração do Curso. Estude de onde preferir, da sua casa, trabalho, faculdade, lan-house ou de qualquer computador, faça nos seus horários disponíveis e conclua os cursos em quanto tempo desejar. Tudo é feito de acordo com seu ritmo, sem compromisso com prazos e horários fixos.

Motivo 1 Não necessita se locomover motivo 4

Fazendo nossos Cursos Online você não gasta com locomoção até uma escola presencial, não perde tempo no trânsito. Isso significa mais tempo livre para estudar, resultando em um melhor aproveitamento.

Motivo 1 Banco de Currículos motivo 5

Diversas empresas contatam-nos e solicitam indicações de alunos para vagas de emprego. Ao estudar conosco, você pode incluir seu currículo no Banco de Currículos e ser indicado para vagas relacionadas aos cursos feitos.

Motivo 1 Certificado Válido em Todo o Brasil motivo 6

O Certificado é válido em todo o Brasil e em vários outros países, ele pode ser utilizado em faculdades, empresas públicas e privadas, concursos e provas de título, entre outros.

Motivo 1 Empresa Mantenedora da ABED motivo 7

O Cursos 24 Horas é uma empresa mantenedora da ABED – Associação Brasileira de Educação a Distância. Nosso nome e logo é exibido na página de Mantenedores da ABED.

Motivo 1 Funcionários treinados conosco motivo 8

Outra prova de qualidade do sistema de ensino é o número de empresas que já tiveram funcionários treinados conosco. Veja na imagem ao lado algumas dessas empresas.

Motivo 1 Seu Currículo fica Atualizado motivo 9

Todos os cursos podem ser incluídos em seu currículo. As pesquisas comprovam que manter o currículo atualizado é uma das formas mais eficientes para ser promovido, conseguir um novo emprego, ou até mesmo evitar uma demissão do emprego atual.

Motivo 1 Professores Altamente Qualificados motivo 10

Uma equipe de professores altamente qualificados fica à disposição para atender aos alunos, corrigindo exercícios, enviando material adicional e tirando todas as dúvidas que possam surgir durante o curso.

Não perca tempo o endereço é: http://www.cursos24horas.com.br/
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3 fatores essenciais para você ser um líder de alto impacto

Tom Coelho, escritor e palestrante com experiência no tema, fala sobre o assunto no mais recente workshop do Administradores Premium

Como é possível desenvolver uma liderança que realize o que de fato se propõe a fazer? Influenciar pessoas e se tornar realmente um guia para elas é uma tarefa que envolve o gerenciamento de motivações, intenções e responsabilidades. Tom Coelho, escritor e palestrante com experiência no tema, fala justamente sobre liderança de alto impacto no mais recente workshop do Administradores Premium.

Na apresentação, Coelho explora os pontos que considera de maior relevância para construir e permanecer em uma posição de liderança de fato impactante na vida dos que estão ao redor. Com exemplo reais de grandes líderes da história e também de grandes empresas, o palestrante destrincha os aspectos necessários para ser um líder de alta performance e inspirar pessoas a responder com resultados incríveis.

Confira abaixo alguns desses pontos:

1. Propósito

“Qual o propósito da sua liderança?”, questiona Tom Coelho. Saber qual é a sua missão enquanto líder e o significado do seu trabalho é essencial para de fato projetar essa mensagem para seus liderados. Martin Luther King, exemplo usado por Coelho, foi um líder social que tinha clara em sua mente a missão que precisava cumprir. No famoso discurso que se inicia com “eu tenho um sonho”, King compartilhou com milhares de pessoas seu propósito e desejo de forma poderosa e inspiradora. Ele sabia o que queria alcançar e acreditava nisso.

2. Pessoas

Para falar de pessoas, Tom destaca um aspecto chave: a personalidade. Ou seja, o perfil individual de cada profissional. Para avaliar e traçar estratégias focadas nesse ponto, é essencial avaliar como a personalidade de determinado colaborador é alinhada à necessidade e sua capacidade de resolver problemas, interagir com outras pessoas, resistir às mudanças e se adequar às regras.

3. Valores

Este ponto diz respeito aos princípios que regem e governam os comportamentos de todas as pessoas. Cada indivíduo tem um conjunto de valores pessoais, que têm influência dos pais, irmãos, amigos, do ambiente, das circunstâncias. É importante, então, identificar quanto esses valores estão em linha com a organização que você administra ou pretende administrar.

Fonte: Administradores, Por: Marcela Agra e Simão Mairins

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Novos investidores japoneses podem assumir quatro sondas

 

Novos investidores japoneses podem assumir quatro sondas

Um grupo de investidores japoneses pode assumir a parte da Sete Brasil em quatro sondas para o pré-sal encomendadas ao estaleiro Enseada. Segundo o site UOL, dirigentes da Kawasaki, da Mitsubish e da IHI Corporation já tiveram encontro com a presidente Dilma Rousseff para tratar da negociação.

A proposta é liderada pela Kawasaki, sócia do Enseada junto com Odebrecht, UTC e OAS. As três companhias japonesas, mais o banco de fomento Jbic (JAP), ficariam com a participação de 85% da Sete Brasil na encomenda. A Odebrecht Oil & Gás continuaria com os 15% restante.

Caso a transação se efetue, o novo empreendimento controlado pelos japoneses seria o fornecedores da Petrobrás, não mais a Sete Brasil. Com projetos no Rio e na Bahia (Maragogipe), a Enseada Indústria Naval foi contratada para fabricar seis sondas para o pré-sal.

Fonte: Gente & Mercado

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Acordo da Sete Brasil é sinal de superação da crise em óleo e gás

A Sete Brasil, empresa proprietária de sondas de exploração para águas ultra-profundas com conteúdo local, chegou a uma cordo que prevê uma nova injeção de capital na empresa e a diluição dos atuais acionistas — BTG Pactual, Santander, fundos de pensão e Petrobras. Com o aumento de capital, a Sete consegue com novos investidores um total de US$ 5,2 bilhões. A empresa também já levantou US$ 4 bilhões em novos financiamentos.

Este é um sinal claro de que está sendo superada a crise no setor de óleo e gás, o que é muito para evitar uma recessão maior. Depois da publicação do balanço da Petrobras, do sucesso do lançamento de títulos da empresa e a volta da valorização das ações, a preferência dos investidores externos, temos agora a superação da crise da Sete. Foi reorganizado seu plano de contrato de sondas e seu financiamento pelos estaleiros. Bancos públicos e, notem, privados, estão investindo na empresa. Mais um sinal de confiança na continuidade do plano de investimentos da Petrobras, que a cada dia produz mais óleo e gás.

Fonte: Blog do Zé Dirceu/Por Equipe do Blog

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Bancos vão injetar até US$ 5 bilhões na Sete Brasil

Os bancos credores vão injetar entre US$ 4 bilhões e US$ 5 bilhões na Sete Brasil, empresa criada para construir e administrar as sondas da Petrobras no pré-sal. Os recursos serão desembolsados em financiamentos de longo prazo, em substituição ao que seria liberado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). A informação de que haveria um aporte foi noticiada pelo jornal Folha de S. Paulo.

A parte que ficará para cada banco ainda está em negociação e deve ser definida até o fim do mês. Nesse valor, porém, não estão incluídas as operações que serão fechadas com organismos internacionais e investidores estrangeiros.

Trata-se da única solução para evitar a elevação das perdas para os cinco maiores bancos que concederam financiamento e estão se vendo obrigados a rolar os empréstimo-ponte (financiamento de curto prazo), de R$ 12 bilhões, uma vez que metade do valor emprestado não tem nenhum garantia.

Mesmo assim, o BNDES segue firme na posição de não desembolsar nada à Sete Brasil, assegurou ao jornal O Estado de S. Paulo fontes a par da negociação. Os bancos credores vão assumir o financiamento de longo prazo, que será usado também para abater uma parte dos empréstimos-ponte. Nada impede que as instituições busquem no BNDES os recursos necessários, mas todo o risco da operação será delas.

A garantia do financiamento do projeto, segundo fontes ligadas à operação, serão as 19 sondas que deverão ser construídas – dez a menos que o lote de 29 do modelo inicial, das quais 28 seriam alugadas à Petrobrás.

De acordo com a Sete, 17 sondas estão em fase de construção, com corte de chapa de aço, dez estão com mais de 30% de avanço nas obras e apenas duas têm mais de 80%.

Estaleiro

O Estaleiro Enseada, um dos fornecedores da Sete Brasil, decidiu conceder férias coletivas a metade de seu efetivo em Inhaúma, no Rio de Janeiro. Ao todo, duas mil pessoas estão licenciadas das funções.O estaleiro tinha contratos para conversão de quatro plataformas da Petrobras para o pré-sal e é controlado pelo consórcio formado pelas empreiteiras Odebrecht, OAS e UTC. Colaborou Antonio Pita. As informações são do jornal.

Fonte: O Estado de S. Paulo

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Presidente Responde – Evolução das Sondas

Em nossa segunda edição da sessão “Presidente Responde”, Luiz Eduardo Carneiro tira dúvidas sobre a evolução das sondas que estão sendo construídas pela Sete Brasil, a partir de questões postadas nas redes sociais.

O que marca o início da construção de sondas?

LUIZ EDUARDO CARNEIRO – É o corte das primeiras chapas de aço dos cascos das sondas que marca oficialmente o início das construções. A Sete Brasil tem hoje sondas em produção, em cinco estaleiros: BrasFEL (Rio de janeiro), Jurong Aracruz (Espírito Santo), Enseada (Bahia), Estaleiro Rio Grande (Rio Grande do Sul) e Atlântico Sul (Pernambuco).  É importante ressaltar que todas as sondas estão sendo construídas de modo a atender aos requisitos de Conteúdo Local exigidos para as atividades de exploração de petróleo e gás do pré-sal, com percentuais entre 55% e 65%.

Qual o status atual de construção dessas sondas?

LUIZ EDUARDO CARNEIRO – As sondas Urca e Arpoador são as que estão em estágio mais avançado de construção, com mais de 80% de suas estruturas concluídas. Em sequência, as sondas Ondina, Guarapari e Frade, com mais de 60%, Cassino acima de 50% e Copacabana com mais de 40% de suas obras concluídas. As sondas Grumari, Camburi e Bracuhy se encontram com mais de 30%. Pituba e Ipanema acima de 20%, e outras cinco (das 17 com corte de chapa) com menos de 20%. Apesar do desafio que enfrentamos no momento, continuamos acreditando nessa importante ação de fomento à indústria naval, ao desenvolvimento nacional e à retenção de tecnologia no Brasil.

As sondas estão sendo construídas obedecendo aos requisitos de conteúdo local. Que tipo de benefícios os brasileiros vão ter com este tipo de política?

LUIZ EDUARDO CARNEIRO – A construção de sondas de conteúdo nacional contribui para o maior desenvolvimento da indústria naval brasileira, com potencial de gerar mais de 120 mil empregos. O dinheiro que seria investido na construção de sondas no exterior será investido no país. A Sete Brasil é uma empresa feita por brasileiros e para o Brasil.

Fonte: Sete Brasil

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Comissão vai pedir explicações à Petrobras sobre paralisação de estaleiro na Bahia

Energia - Petrobras - estaleiro Enseada Paraguaçu (Bahia)

O estaleiro está com 83% de suas obras concluídas e até agora já foram gastos R$ 3 bilhões.

A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados realizou visita técnica ao Estaleiro Enseada Paraguaçu, em Maragogipe, na Bahia.

O objetivo da visita foi analisar a situação do estaleiro que está com seu funcionamento paralisado desde outubro do ano passado, depois que a operação Lava-Jato da Polícia Federal revelou um esquema de corrupção envolvendo a empresa Sete Brasil, responsável pela contratação do estaleiro para a Petrobras.

O Enseada Paraguaçu foi construído para produzir sondas para perfuração de petróleo na camada do pré-sal. O estaleiro está com 83% de suas obras concluídas e até agora já foram gastos R$ 3 bilhões.

O diretor de relações institucionais do Enseada, Márcio Cruz, lembrou que o estaleiro deveria estar empregando atualmente mais de 3 mil funcionários, mas conta hoje com apenas 117 pessoas encarregadas da manutenção e da segurança do local. “Não existe uma perda desse equipamento, apenas o custo de manutenção dele que não é pequeno, mas que será mantido pela empresa para assegurar que esse patrimônio esteja pronto para retomar a atividade.”

Para o presidente da comissão, deputado Benjamin Maranhão (SD-PB), os contratos firmados pela Petrobras precisam ser cumpridos para evitar perdas maiores para o País. “Nós iremos convocar o presidente da Petrobras para discutir sobre esse tema. É preciso que a Petrobras tome uma posição, principalmente em relação à manutenção dos contratos com esses estaleiros. O grande problema agora não é só o financiamento, é a reafirmação por parte da Petrobras dos contratos que já foram firmados e que são juridicamente existentes.”

O deputado Jorge Solla (PT-BA) defendeu a continuidade das investigações e o combate à corrupção, mas sem prejudicar o desenvolvimento de um setor importante para o País como o naval. “Não podemos permitir que o combate à corrupção, que é essencial, venha a paralisar, ou mesmo inviabilizar os investimentos na indústria naval nacional.”

Empobrecimento da região
Salinas da Margarida, município vizinho a Maragogipe, foi diretamente beneficiado com a construção do estaleiro, mas agora sofre um processo de empobrecimento por conta da paralisação da obras.

O prefeito de Salinas, Jorginho, pede uma solução urgente para o problema que vem sendo enfrentado pela população da cidade e de mais 15 municípios da região. “Criou-se a expectativa de uma geração de emprego e renda para nossa comunidade. Quando a gente começa realmente a implementar cursos profissionalizantes para melhorar a qualificação dos nossos jovens, para buscar melhores empregos, houve essa paralisação que, infelizmente, afetou não só os empregos, mas também todo o comércio que estava sendo gerado pela quantidade de profissionais que estavam residindo em nosso município.”

Reportagem – Karla Alessandra/ RCA

 

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INDÚSTRIA NAVAL DEVE DEMITIR MAIS COM DEMORA DA REESTRUTURAÇÃO DA SETE BRASIL

AS MAIS DE 11 MIL DEMISSÕES NO SETOR ATÉ AGORA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES.
Sondas da Sete Brasil sendo construídas no Estaleiro BrasFELS, em Angra dos Reis (RJ)  (Foto: Divulgação)
SONDAS DA SETE BRASIL EM ANGRA DOS REIS (RJ) (FOTO: DIVULGAÇÃO)

Sem receberem um centavo desde novembro de 2014 com a interrupção dos pagamentos para a construção de sondas de exploração de petróleo encomendadas pela Sete Brasil, principal fornecedora da Petrobras no pré-sal, diversos estaleiros nacionais podem fechar as portas, caso a empresa não retome suas atividades nos próximos 60 a 90 dias. Segundo o Sindicato Nacional da Construção Naval (Sinaval), as mais de 11 mil demissões no setor até agora podem dobrar nos próximos meses se a reestruturação da companhia não for concluída e as encomendas retomadas.

Entre 2012 e 2013, a Sete Brasil encomendou a construção de 29 sondas de exploração do pré-sal em estaleiros brasileiros, mas uma dívida estimada em US$ 4 bilhões paralisou as atividades da empresa. Além disso, os desdobramentos da operação Lava-Jato prejudicam a tarefa da Petrobras em auxiliar a reestruturação de sua maior fornecedora.

“A previsão de receitas para o setor da construção naval em 2015 era de R$ 10 bilhões a R$ 12 bilhões, considerando a Sete Brasil. Sem a empresa, a receita dos estaleiros cairá para menos da metade, para R$ 4 bilhões a R$ 4,5 bilhões”, afirma o presidente do Sinaval, Ariovaldo Rocha.
Sem receber há seis meses, o setor não teria como suportar mais um trimestre sem a retomada dos pagamentos. “O processo de reestruturação da Sete Brasil precisa ocorrer rapidamente, mesmo que isso signifique uma redução significativa na quantidade de sondas planejadas. Pelo menos daria para rodar os estaleiros. O setor não suporta mais dois ou três meses sem pagamentos”, alerta Rocha.

Aprovado no último dia 15 de maio, o esboço do plano de salvamento da companhia prevê que o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal assumam as linhas de financiamento que até então eram geridas pelo BNDES. A proposta, que ainda precisa ser detalhada com credores, investidores, clientes e os próprios estaleiros também reduz a encomenda para menos de 20 sondas.

Para Rocha, independentemente dos desdobramentos da CPI da Petrobras e das investigações da Operação Lava-Jato sobre a Petrobras, a exploração do petróleo na costa brasileira não pode parar. Ele cita que, devido à falta de pagamento, quatro sondas que estariam prontas para operar ainda este ano agora só poderão ser entregues em 2016, prejudicando todo o cronograma de produção no pré-sal.

“O importante é voltarmos a trabalhar para evitarmos novas demissões. Mesmo com uma redução na quantidade original de sondas previstas, achamos que podemos realocar essa mão de obra para a construção de duas plataformas em estaleiros no Sul do País, que estão em fase de renegociação”, completa.

Fonte: ÉPOCA NEGÓCIOS

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Construção do Canteiro de Obras em São Roque do Paraguaçu

O relato a seguir dá uma noção rica em detalhes de como era a vida nos tempos áureos de São Roque com a grande feira impulsionada pela Estrada de Ferro e as linhas marítimas das décadas de 40 e 50:

“Lembro que em Janeiro de 1941 o primeiro trem passou por São Roque e em 1942 foi construído 120 metros dos 600 previstos do cais da Vila. Você sabia que São Roque era ponto de ‘fundeação’ em tempo de tormenta e também de embarque de manganês? (…) Os temporais na época eram terríveis, hoje é só uma chuvinha! A indústria de fumo, a Dannemann, era muito importante também! Em 1945 aportou o primeiro navio aqui. Na época do terminal do trem (fim da década de 30), que ficava logo ali no prédio Administrativo do SIMAS, existia maior equidade de renda para todos, todo mundo vendia e comprava na Feira que ficava próximo, tinha o abatedouro também, o estaleiros. Não era como hoje que existe as classes e a maioria tá sem dinheiro. Na época tinha muito conflito também entre a Magnesita e os dirigentes da fazenda. (…) As festas eram pomposas, o capital girava sem obstáculos, tinha loja de grife aqui… Hoje tudo é esse Canteiro, e quando a obra acaba fica todo mundo aí….” (Sr. Antonio Mendes “Tripinha” – nascido em São Roque na década de 30)

A implantação do Canteiro de Obras da Petrobras em São Roque do Paraguaçu ocorreu na década de 70. A Petrobras comprou o prédio do antigo terminal da Estrada de Ferro Nazaré em 1976 e realizou sua primeira reforma em 1977 quando funda o Canteiro de Obras.10991350_10202494622445778_8202646949841028019_n

A década de 60 representa o fim do apogeu em decorrência da desativação de algumas etapas da estrada de ferro e a conseqüente redução do ritmo de crescimento demográfico. A decadência total da região e a volta à estagnação econômica ocorreria a partir de 1967, com a desativação por completo da ferrovia e do terminal de São Roque, a construção da ponte do Funil e o início do sistema ferry-boat ligando Salvador à Ilha de Itaparica.

“Lembro também da última viagem do trem, foi
muito triste, ocorreu em 1971. Nos vagões,
restos de trechos da ferrovia sendo levados
para Nazaré. Ao contrário da ferrovia, com as
rodovias a mercadoria chega no destino certo.”
(Sr. Antonio Mendes “Tripinha”, São Roque do
Paraguaçu.)

*Entrevista concedida em 16 de janeiro de 2006 para a elaboração do diagnóstico da Agenda 21 de São Roque.

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Coutinho vê solução para projeto da Sete Brasil até fim do semestre

Brasília (DF) – Uma solução financeira para a continuidade do projeto da Sete Brasil, que contrata a construção de sondas para a Petrobras, pode ser encontrada até 30 de junho, segundo avaliação de Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e também do Conselho de Administração da Petrobras.

Ele citou o prazo acordado pela Sete Brasil com bancos para a prorrogação de pendências financeiras.

Questionado sobre possível conflito em função de sua posição como presidente do Conselho da Petrobras PETR4.SA e também de presidente do BNDES, Coutinho disse não ver problemas desde que se abstenha de questões que impliquem conflito de interesses.

Participando de Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, ele acrescentou ainda que a estatal e o BNDES têm interesses convergentes e que “todo credor quer o melhor possível para seu devedor”.

Fonte:Reuters

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