Maragogipe: Estaleiro pode ser transformado em polo industrial

A%20CHARGE%20DO%20estaleiro%20Enseada%20Indústria%20NavalO estaleiro Enseada Indústria Naval, localizado na foz do Paraguaçu, se movimenta para escapar da paralisia iniciada após o calote da Sete Brasil, empresa criada em 2010 pela Petrobras apenas para gerenciar encomendas de navios-sondas destinados à exploração do pré-sal. A ideia dos acionistas do empreendimento  – Odebrecht, OAS, UTC e Kawasaki – é transformá-lo em um polo industrial e logístico para atender a outros segmentos da cadeia produtiva.

Recentemente, o estaleiro começou a se preparar para atrair novos negócios, com foco maior nos setores automotivo, petroquímico e de energia eólica. Além da planta gigantesca, onde foram investidos R$ 3 bilhões, a companhia quer aproveitar o potencial do seu cais de atracação, construído com padrão internacional e suporte para receber grandes embarcações. Vantagem e tanto em um estado que perde competitividade no transporte de cargas por causa dos gargalos portuários.

Portas abertas

A operação para reativar o Estaleiro Enseada, que ficou sem o retorno financeiro garantido pela Sete Brasil, recebeu apoio direto do governo baiano. “Não podemos abandonar um investimento dessa magnitude”, garantiu o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Jorge Hereda.

Mesmo com a eventual ampliação do leque, a companhia decidiu preservar a indústria naval como ponto forte do negócio. Sobretudo, através de propostas de parceria com investidores privados, já em curso.

Enseada apresenta Polo Naval, Industrial e Logístico para Conselho de Portos da FIEB

A Enseada Indústria Naval participou, nesta sexta-feira (17), da reunião do Conselho de Portos da Federação dos Indústrias do Estado da Bahia (FIEB), realizada no Terminal Portuário Cotegipe.

O objetivo do encontro foi apresentar aos membros do Conselho as novas frentes de atuação do empreendimento, como um polo voltado para fabricações industriais pesadas, em apoio à indústria eólica, e um polo logístico completamente integrado.

Apesar da ampliação de suas possibilidades de negócios, a empresa mantém como principal atividade o segmento de construção naval e reparos.

O principal ponto apresentado durante a reunião foi as vantagens competitivas do empreendimento baiano, como grande área disponível para terminal de operações logísticas de múltiplas cargas, vasta área para estocagem de cargas e cais próprio, de última geração, liberado pela ANTAQ para atividades privadas/portuárias.

O parque naval, industrial e logístico da Enseada é um importante ativo brasileiro, operacional, implantado em Maragojipe, no Recôncavo baiano, fruto de um investimento privado já realizado de R$ 2,7 bilhões.

Fonte: Coluna Satélite/Correio/Maragogipe Agora/Municípios Baianos
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Convite Audiência Publica Estaleiro Enseada

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Comitiva discute viabilidade do Estaleiro de Maragogipe com ministro

Comitiva discute viabilidade do Estaleiro de Maragogipe com ministro

Foto: Francisco Stuckert/MME

A indústria naval baiana, em especial o Estaleiro Enseada do Paraguaçu, em Maragogipe, foi tema de uma audiência articulada pelo deputado federal Bebeto Galvão (PSB) com o novo ministro das Minas e Energias, Fernando Bezerra Filho. “Esse encontro é parte do nosso compromisso em defesa de uma indústria que representa uma conquista econômica do estado”, afirmou. Estiveram também presentes na reunião o presidente da Federação das Indústrias da Bahia (Fieb), Ricardo Alban, os dirigentes da empresa Enseada Indústria Naval, Fernando Barbosa e Humberto Rangel, além do vice-presidente do Sintepav-Ba, Irailson Gazo. De acordo com Bebeto, a comitiva apresentou a viabilidade do projeto, além de mostrar os indicativos sobre como o empreendimento pode voltar a funcionar. “Já existem parceiros para investir, principalmente fora de financiamentos públicos, restando ao governo assumir a capacidade proativa para construir a solução e manter a continuidade dos investimentos, devolvendo à indústria naval da Bahia a sua condição de geradora de emprego, renda, tributos, bens e serviços”, pontuou. O parlamentar informou ainda que a comitiva saiu da reunião com uma expectativa positiva, uma vez que o ministro Fernando Filho mostrou disposição para tratar do tema. “O ministro manifestou total empenho para que o maior empreendimento industrial da Bahia volte a funcionar, inclusive defenderá junto ao presidente da República a importância de garantir o curso de desenvolvimento através da indústria naval brasileira, que é agregadora de outras cadeias industriais”.

Fonte: Bahia Noticia

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Frente defenderá propostas que regulamentam emancipação de municípios

Seminário sobre Regulamentação de Novos Municípios
A Frente Parlamentar e a comissão especial que analisa projeto de lei com regras para a criação de novos municípios promoveram seminário na Câmara dos Deputados
A Frente Parlamentar Mista de Apoio à Concretização da Revisão Territorial dos Municípios vai defender projeto de lei complementar (PLP) e proposta de emenda à Constituição (PEC) que regulamentam a emancipação de municípios. Duas propostas sobre o tema já foram aprovadas pelo Congresso, mas foram vetadas pela presidente da República.

Além de apoiar projeto de lei complementar (PLP 137/15 e apensados) com regras para a criação de novos municípios, a frente parlamentar lançada no dia 12/04, também defende a aprovação da PEC 143/15 sobre o mesmo tema.

A frente é coordenada pela deputada Flávia Morais (PDT-GO) e conta com 205 deputados e cinco senadores. Durante o evento, a deputada disse que a frente vai trabalhar no convencimento do governo federal. “Nós já conseguimos aprovar duas vezes aqui na Câmara e no Senado, mas infelizmente nas duas vezes tivemos o veto da presidente. Agora, vamos trabalhar com o PLP e a PEC para que a gente consiga aprovar e fazer o convencimento do governo”, afirmou. “A frente parlamentar vai trabalhar as duas alternativas para que a gente possa, sim, dar essa resposta com muita responsabilidade, mas com a garantia de que vamos melhorar a vida dessas pessoas que vivem nessas comunidades.”

PLP 137/15
Em seminário sobre regulamentação de novos municípios, realizado hoje na Câmara, deputados da comissão especial que analisa o PLP 137/15 se reuniram com representantes do Movimento Emancipa Brasil. O evento contou com a presença de representantes de diversas entidades de representação de municípios.

Durante o seminário, o deputado Hélio Leite (DEM-PA), que preside a comissão, ressaltou a importância do intercâmbio de informações para a discussão da matéria. “Há peculiaridades específicas de cada localidade que precisam ser compreendidas para que se avance na elaboração da regulamentação de novos municípios”, ponderou. Leite destacou, ainda, o compromisso da comissão de “construir uma proposta viável de normatização para emancipação de municípios”.

O Projeto de Lei Complementar 137/15 prevê que a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios só poderão ocorrer após a realização de Estudos de Viabilidade Municipal (EVMs) e de consulta prévia, mediante plebiscito, às populações dos municípios envolvidos.

Os deputados da comissão especial sobre criação de novos municípios receberam um documento com reivindicações do Movimento Emancipa Brasil. A Carta de Campos Lindos, Goiás, foi assinada no terceiro encontro nacional dos representantes da causa que lutam pela aprovação de regras para emancipação político-administrativa de distritos em todo País.

Exercício da cidadania
Autor da PEC sobre o mesmo tema, o deputado Danilo Forte (PSB-CE) ressalta a importância de se aprovar regulamentação para a emancipação dos municípios: “A gente precisa ter uma lei que possa proporcionar a essas comunidades o exercício pleno de cidadania. A cidadania se dá onde a gente mora. É na cidadania que a gente precisa de uma boa escola, é na cidadania que a gente precisa da saúde, é na cidadania que a gente precisa de um bom transporte, é na comunidade que a pessoa precisa de oportunidade de emprego, de segurança pública. E você só vai ter isso se tiver um ente federado capaz de aglutinar essas pessoas e ter o reconhecimento a nível estadual e a nível nacional que ali tem um município”.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Reportagem – Geórgia Moraes
Edição – Newton Araújo
Fonte:  ‘Agência Câmara Notícias
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SETORES BUSCAM REATIVAR ESTALEIRO ENSEADA INDUSTRIA NAVAL

Diante do impasse em relação ao Estaleiro Enseada do Paraguaçu, setores econômicos da região de Maragogipe, no recôncavo baiano, buscam agora a reativação do Estaleiro São Roque, na mesma região, para a montagem de módulos de compressão para navios, entre outros equipamentos.

A ideia é alertar o governo estadual no sentido de buscar junto à Petrobras reativar a antiga unidade baiana, resgatando o modelo de produção em que a estatal disponibiliza o canteiro de São Roque para as empresas vencedoras das licitações.

“Com obras em São Roque, sempre houve entre 1.500 e 3 mil empregos diretos, numa cadeia que gera 6 a 7 postos indiretos de trabalho para cada emprego direto”, lembra o empresário Adhemar Novaes, que assistiu à inversão da atividade econômica em Maragogipe, desde que o projeto da Enseada Indústria Naval (EIN) – que administra o Estaleiro Enseada do Paraguaçu – foi desativado, com a demissão de mais de 4 mil trabalhadores. Até então confiante no boom econômico previsto, ele apostou na abertura de três pousadas e hoje todas estão fechadas.

Para Novaes, a alternativa para reduzir os impactos negativos na região passa pela inclusão, pela Petrobras, do São Roque nos projetos para a construção de módulos e equipamentos que serão instalados em navios que agora serão alugados (afretamento) pela estatal, em licitações internacionais.
Os empresários da região lutam contra o tempo, buscando apoio junto aos governos estadual e federal, já visando as concorrências para a construção de módulos para os campos de Libra e Sépia (pré-sal) – ambas adiadas para fevereiro de 2016.

A luz no fim do túnel para o antigo estaleiro baiano é justamente a medida prevista em lei de que se tenha um mínimo de conteúdo nacional (50%) nos navios, levando as empresas vencedoras a contratar a construção de módulos e outras partes do navio no Brasil.

Afretamento
“É uma solução que certamente permitirá a oferta de um menor preço de construção e afretamento de navios para a Petrobras, atendendo perfeitamente às exigências da Lei de Licitações (Lei 8.666/93) e aos interesses nacionais”, frisa o empresário, considerando um líder entre os pequenos investidores da região.

O pleito tem como base os estudos técnicos do engenheiro Eduardo Aragon, especialista no assunto e um dos defensores da reativação do Estaleiro São Roque, “único canteiro náutico da Petrobras no país, que tem outros do tipo, mas todos privados”, como frisa.

“Com as enormes dificuldades atuais, onde as empresas que possuem canteiros encontram-se impedidas de serem contratadas pela Petrobras, além do complicado ambiente de investigações da Lava-Jato em curso, seria por demais oportuno o retorno ao modelo de sucesso praticado no passado, com benefícios indiscutíveis ao programa de conteúdo local do governo federal e enormes ganhos para a Bahia”, argumenta Aragon.

Fonte: A Tarde/Joyce Souza

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Fornecedor teme mais cortes na Petrobras

Alguns dias após a Petrobras anunciar cortes de US$ 32 bilhões nos seus investimentos nos próximos três anos, as ações da estatal voltaram a cair. Com as dificuldades enfrentadas pela companhia, a cadeia de fornecedores já se prepara para o anúncio de novos cortes no orçamento.

Segundo empresários e associações ligadas à indústria naval, de máquinas e equipamentos para o setor, a sinalização da estatal é que em março haverá novo ajuste nas projeções de investimentos e nas premissas financeiras, em novo plano de negócios referente a 2016 a 2020.
Ontem, o valor de mercado da petroleira retomou ao patamar de abril de 2004, estimado em R$ 80,1 bilhões, segundo a consultoria Economática. As ações ordinárias (ON) da Petrobras fecharam na mínima do dia, com queda de 2,86%, a R$ 6,80. Já a ação preferencial (PN) teve perda de 4,7%, a R$ 5,27, menor cotação desde 26 de novembro de 2003. Os papéis acumulam desvalorização de cerca de 21% em janeiro.
Com a crise da Petrobras, o prognóstico é de mais demissões na indústria e empresas prestadoras de serviços ligados à exploração offshore. A Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) prevê corte de 25 mil vagas ao longo de 2016, em parte por causa da paralisia de encomendas do setor. Já a Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro) prevê redução de 38% no número de sondas em operação somente na Bacia de Campos, principal área produtora do País. Para este ano, a previsão é que apenas 22 das 36 sondas previstas estejam em operação. Há três anos, em 2013, havia 70 unidades na região.
Um executivo de uma grande fornecedora de sondas à petroleira afirma que muitas empresas deixaram o Brasil e as que permaneceram negociam com a Petrobras a redução das taxas de afretamento. A dificuldade de caixa da petroleira forçou a retração dos projetos e também a demanda por sondas. Segundo a fonte, hoje, a petroleira possui mais sondas afretadas do que precisa, o que reforça a avaliação de que novos cortes e renegociações de contratos devem ocorrer neste ano.
A retração dos investimentos na Área de Exploração e Produção, diante dos baixos preços internacionais do petróleo, também afeta empresas prestadoras de serviço que atuam no apoio à atividade petrolífera nos municípios produtores – além do aluguel de sondas, transportes de cargas, aluguel de imóveis, serviços gerais.
“A primeira quinzena de janeiro de 2016 é a confirmação de um cenário insustentável para os municípios”, afirmou o prefeito de Macaé e presidente da Ompetro, Aluízio Santos, para quem novos cortes serão inevitáveis para a Petrobrás. “Ela não vai conseguir a solvência com o atual cenário”.
Contratos
Segundo Santos, a Petrobras é a única cliente da maior parte das empresas instaladas em Macaé, a principal base da estatal no norte fluminense. Com a redução de sua capacidade de investimentos, a perspectiva é “desemprego em cadeia”. “Este ano se anuncia muito pior que 2015”, resume o prefeito de Macaé.
As empresas de construção naval também estão preocupadas. Segundo fontes do setor, não há perspectiva de construção de novas embarcações pela subsidiária de logística da Petrobrás, a Transpetro.
“Há mais de um ano, a Petrobras não fecha novos contratos com as empresas do setor, que hoje vivem da manutenção de contratos antigos”, afirmou o presidente da Abimaq, José Velloso. Segundo ele, nos últimos três anos a indústria de máquinas já perdeu mias de 60 mil trabalhadores. Somente no último ano, foram 35 mil funcionários demitidos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Estadão
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Kawasaki reconhece perda de R$ 750 milhões com estaleiro no Brasil

A companhia japonesa Kawasaki Heavy Industries divulgou nesta quinta-feira, 14, comunicado no qual revela o reconhecimento de uma perda de 22,1 bilhões de ienes (cerca de R$ 750 milhões) no balanço do seu terceiro trimestre fiscal, relativa à participação de 30% da empresa na Enseada Indústria Naval. Segundo a companhia, a situação financeira do estaleiro localizado no Brasil tem se deteriorado significativamente, em função dos escândalos de corrupção. Diante do anúncio, as ações do grupo japonês apresentaram desvalorização de 2,93% na bolsa local.

A Kawasaki ingressou em 2012 no consórcio Enseada, no qual é parceira de Odebrecht, OEA e UTC, três empresas cujos nomes estão envolvidos nas investigações da Polícia Federal no âmbito da Operação Lava Jato. Diante das suspeitas envolvendo a relação entre a Petrobras e diferentes estaleiros, e dos problemas financeiros da petroleira brasileira, as operações da indústria naval brasileira começaram a enfrentar dificuldades.

No caso do estaleiro Enseada, que deveria construir seis sondas, os problemas já resultaram na demissão de milhares de pessoas. As seis unidades deveriam ser construídas até 2020, em um contrato de US$ 4,8 bilhões com a Sete Brasil.

Em março do ano passado, o ministro da infraestrutura japonês, Akihiro Ohta, chegou a enviar uma carta ao ministro do Desenvolvimento brasileiro, Armando Monteiro, cobrando soluções para os estaleiros. Empresas como a Kawasaki, a Japan Marine United e a Mitsubishi participaram de projetos envolvendo os estaleiros Enseada, Atlântico Sul e Rio Grande, respectivamente.

Os três estaleiros foram contratados pela Sete Brasil para a construção de sondas do pré-sal que seriam usadas pela Petrobras. Desde 2014, contudo, a Sete Brasil suspendeu todos os pagamentos, paralisando as linhas de produção e dificultando o acesso ao crédito.

Depois de mais de um ano de dificuldades, os sócios da Sete Brasil agora analisam a possibilidade de ingressarem com pedido de recuperação judicial ou mesmo uma ação contra a Petrobras, que tem resistido a finalizar acordo de reestruturação do contrato de construção e afretamento de sondas. A reunião para discutir o futuro da companhia está agendada para o próximo dia 21 de janeiro, conforme noticiado pelo Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado, na segunda-feira passada. (Colaborou Antonio Pita)

Fonte: Istoé Dinheiro
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Nosso 07 de Setembro – Um protesto contra Prefeita e Vereadores

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Cansados com o descaso por parte da Prefeita e Vereadores a população de São Roque resolveu comemorar o 07 Setembro protestando através de faixas que foram colocadas em diversas ruas do distrito.

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Em pronunciamento, Dilma assume responsabilidade pela crise

Presidente Dilma Rousseff durante evento em Brasília

Em seu pronunciamento oficial de 7 de setembro, a presidente Dilma assumiu a culpa pela política econômica e situação de crise do país. Segundo a declaração oficial, divulgada pela internet no site e redes sociais da presidência, ela diz que a crise é “resultado de um longo período que o governo entendeu que deveria gastar o quanto fosse preciso para garantir o emprego e a renda do trabalhador, a continuidade dos investimentos e dos programas sociais”.

É a primeira vez, em declaração oficial, que a presidente assume os erros da gestão e diz ser necessária uma reavaliação das medidas e consequente corte nas que precisam ser reduzidas. “Sei que é minha responsabilidade apresentar caminhos e soluções para fazer a travessia que deve ser feita”, diz.

A presidente ressalta em sua fala que a crise também sofreu influência de problemas “lá de fora”. Segundo o discurso, só agora os países emergentes e importantes parceiros comerciais do Brasil foram atingidos pela crise internacional.

“As dificuldades, insisto, são nossas e são superáveis. O que quero dizer, com toda a franqueza, é que estamos enfrentando os desafios, as dificuldades, e que vamos fazer essa travessia. Se cometemos erros, e isso é possível, vamos superá-los e seguir em frente”, afirma a presidente.

Fora isso, o discurso não trouxe grandes surpresas. A presidente aproveitou a oportunidade para explicar o porquê de alguns cortes em programas sociais e deixar como compromisso a luta pela retomada do crescimento.

“Podemos e queremos ser exemplo para o mundo, exemplo de crescimento econômico e valorização das pessoas. O esforço de todos nós é o que vai nos levar a superar esse momento”, finaliza.

Fonte: Exame

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Bebeto desponta na lista dos deputados em ascensão do Congresso Nacional

Com pouco mais de seis meses de mandato, o deputado federal Bebeto Galvão (PSB) já foi incluído na lista dos deputados em “ascensão”, divulgada pela 22ª edição do Cabeças do Congresso, realizada pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar, que aponta anualmente os parlamentares mais influentes do Brasil. De acordo com o DIAP, pode-se afirmar que o parlamentares em ascensão estão entre os 150 mais influentes do Congresso Nacional.

A pesquisa apura a atuação dos deputados e senadores,  tomando como critérios atributos como “capacidade de conduzir debates, negociações, votações, articulações e formulações, seja pelo saber, senso de oportunidade, eficiência na leitura da realidade, e, principalmente, facilidade para conceber ideias, constituir posições, elaborar propostas e projetá-las para o centro do debate, liderando sua repercussão e tomada de decisão”.

Estreante no Congresso, Bebeto foi eleito deputado em ascensão por conseguir bom desempenho nas missões partidárias, políticas e institucionais que tem recebido no Congresso, sobretudo na área de defesa pelos direitos dos trabalhadores e na discussão de temas de desenvolvimento econômico.

No ranking geral, o Diap elegeu apenas três deputados baianos na categoria “ascensão”, que são Bebeto (PSB), Cláudio Cajado (DEM) e Lúcio Vieira Lima (PMDB). Já na lista dos “cabeças”, o Diap apontou oito baianos: senadora Lídice da Mata (PSB), senador Walter Pinheiro (PT), os deputados Afonso Florence (PT), Alice Portugal (PCdoB), Artur Maia (SD), Daniel Almeida (PCdoB), Jorge Sola (PT) e José Carlos Aleluia (DEM). Dep. Fed. Bebeto Galvão (PSB).

Veja a lista aqui: LISTA DOS “CABEÇAS” DO CONGRESSO” NACIONAL E DOS PARLAMENTARES EM “ASCENSÃO” DE 2015

Fonte: Blog Agravo

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Farol Econômico: Acordo anima indústria naval

Saiu o acordo entre a Petrobras e a Sete Brasil para a construção de sondas que serão utilizadas na exploração do pré-sal. A quantidade de equipamentos caiu de 29 para 19, sendo que quatro ficarão à cargo de um consórcio liderado pela Kawazaki, sócia da Enseada Industrial Naval, que opera o Estaleiro Paraguaçu, em Maragogipe.

É uma luz que se acende no fim do túnel em relação à crise na indústria naval brasileira e que causou a demissão de centenas de trabalhadores em cidades do Recôncavo nos últimos meses.Acontece que há um longo caminho até a retomada nas operações. Espera-se, por exemplo, que a Sete Brasil, com a garantia da Petrobras, faça uma readequação financeira e diga como vai pagar R$ 1,2 bilhão que deve à Enseada, que também vai se reorganizar para tocar a vida.

O bom nessa história toda é que as seis plataformas previstas inicialmente para a Bahia estão mantidas, diz o presidente do sindicato dos trabalhadores na construção pesada na Bahia, o deputado Bebeto Galvão, que acompanha de perto a situação. “Os acionistas da Sete Brasil estavam aguardando Petrobras se pronunciar a respeito dos contratos já firmados, para sinalizar com segurança jurídica aos empreendedores”, diz.

Na última semana, ele questionou o presidente do BNDES, Luciano Coutinho, a respeito do empréstimo de R$ 3,7 bilhões do banco para a Sete e ouviu que aguardava-se o acordo entre a Petrobras e a Sete. Pronto, o sinal foi dado, agora é ver os desdobramentos. Pelas bandas de Maragogipe, circula o boato de que o estaleiro já estaria contratando. É mentira, infelizmente. A Enseada diz que busca incessantemente soluções, mas não tem nada de concreto até o momento.

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Reativação de estaleiro ainda vai demorar

 Com dívidas de cerca de R$ 700 milhões por conta de contratos interrompidos com fornecedores, a Enseada Indústria Naval (EIN) passou a ser procurada pelos cobradores, na Bahia, desde a semana passada quando a Petrobras sinalizou a retomada da construção dos navios-sonda no país, por meio da Sete Brasil, principal cliente da empresa.

A expectativa da reativação do projeto do estaleiro no município de Maragojipe provocou também um movimento de trabalhadores, bem como investidores locais interessados em também reativar negócios gerados em função do empreendimento.

A informação foi confirmada pela própria assessoria de comunicação da empresa.

A Enseada esclarece, entretanto que, embora o entrave para o andamento dos projetos tenha sido gerado justamente pela falta de repasses da Sete Brasil, a sinalização pelo governo de que a subsidiária da Petrobras deva firmar um acordo nos próximos dias para a retomada dos projetos de contratação das sondas de perfuração para a camada do pré-sal, não representa a reativação imediata do estaleiro baiano.

“Primeiro, porque o que se fala é que haverá uma redução no números de navios-sonda a serem contratados pela Sete Brasil neste novo momento, e isto exige toda uma reestruturação das empresas envolvidas e, consequentemente, dos contratos”, explica Marcelo Gentil, gerente de comunicação externa da Enseada.

Fonte: O Portal da Bahia

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Estaleiro Enseada pode retomar as atividades

Para que as obras sejam retomadas no entanto, será necessário que a empresa retome um financiamento no montante de R$ 600 milhões.

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O Estaleiro Enseada está próximo de retomar suas atividades na cidade de Maragogipe. Após suspender os trabalhos no mês de fevereiro, o consórcio agora tem a possibilidade de fechar com a Petrobras um contrato de aquisição de 4 sondas para a exploração do pré-sal, diretamente com um grupo japonês liderado pela Kawasaki, que é um dos controladores do estaleiro na região.

Para que as obras sejam retomadas no entanto, será necessário que a empresa retome o financiamento do Fundo de Maria Mercante, junto ao Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, no montante de R$ 600 milhões.

Na última semana, no entanto, a Petrobras parece ter chegado a um acordo em que assinaria o contrato de aquisição das sondas, sendo que 15 unidades delas serão construídas pela Sete Brasil (5 diretamente, e 10 com outros operadores) e outras quatro sondas serão construídas pela Kawasaki, no Estaleiro Enseada. Inicialmente, o projeto era para a construção de 28 sondas de perfuração em águas ultraprofundas.

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Petrobrás e Sete Brasil chegam a acordo que dá fôlego à empresa de sondas

Companhias devem assinar na semana que vem o contrato, fundamental para que a Sete possa obter financiamento no BNDES; ficou acertada a construção de 19 sondas, das quais 15 serão feitas pela empresa brasileira e as outras quatro por grupo japonês

Após meses de discussão, a Petrobrás e a Sete Brasil chegaram a um acordo e devem assinar, na próxima semana, o contrato de aquisição de sondas que serão usadas pela estatal para a exploração do pré-sal. O acerto foi alinhavado nesta sexta-feira em uma reunião entre o presidente da Petrobrás, Aldemir Bendini, e os principais sócios da Sete Brasil na sede da petroleira em São Paulo. Concluída essa etapa, os sócios podem se debruçar agora no plano de reestruturação da companhia. Uma solução para a empresa é tida como vital para estancar a crise nos estaleiros.

Segundo fontes, o acordo prevê a construção de 19 sondas. Desse total, 15 unidades serão feitas pela Sete Brasil e outras quatro por um grupo japonês liderado pela Kawasaki. Inicialmente, o projeto, que precisou ser readequado, era para a construção de 28 sondas de perfuração em águas ultraprofundas.

Foi definido ainda que a Sete Brasil vai operar cinco sondas, o que era um dos pontos de divergência entre as duas empresas. Com problemas de caixa, a Sete Brasil brigava para operar sete sondas e, com isso, aumentar suas receitas com a administração das unidades, mas acabou tendo que ceder neste ponto. O valor do afretamento das sondas será mantido conforme o contrato anterior, em torno de US$ 450 mil por dia.

Presidente da Petrobrás, Aldemir Bendine Foto: WILTON JUNIOR/ESTADÃO

As outras dez sondas feitas pela companhia poderão ficar com outro operador. Segundo fontes, um dos avanços alcançados no encontro desta sexta-feira foi a possibilidade de esse bloco de dez sondas ficar com um único grupo, o que tornaria mais fácil a busca por grupo interessado.

Mais ativa. Na reunião, também foi estabelecido que a Petrobrás terá uma participação mais ativa no plano da companhia. A Sete Brasil, que tem a estatal como acionista minoritária, foi criada para ser proprietária de plataformas flutuantes de perfuração do pré-sal. Entre os outros sócios estão os fundos de pensão Petros (dos funcionários da Petrobrás), Funcef (da Caixa Econômica) e Valia (da Vale), além dos bancos Santander e BTG Pactual.

“Agora há o compromisso da Petrobrás de estar mais presente e atuar mais em conjunto com as outras partes. Isso ocorrerá, por exemplo, com a participação deles nas reuniões”, afirmou a fonte.

A assinatura do acordo é fundamental para que a Sete possa obter financiamento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) nesse momento de crise financeira. A empresa deixou de pagar aos estaleiros responsáveis pela construção das embarcações em novembro de 2014. Desde o último ano, enfrenta uma crise, após ter sido citada nas investigações da Operação Lava Jato. Dois ex-diretores foram citados como beneficiários das propinas rastreadas pela Polícia Federal.

Sem crédito. Com o envolvimento, a companhia teve dificuldades para liberação de financiamento por parte do BNDES, que apesar de ter uma linha de crédito de cerca de US$ 3 bilhões à empresa, ainda não liberou o pagamento.

O acerto com a Petrobrás abre caminho para que o empréstimo possa sair do papel. Além disso, os principais credores da empresa de sondas (Bradesco, Itaú, Santander, Banco do Brasil e Caixa) que já haviam executado as garantias junto ao Fundo Garantidor da Construção Naval (FGCN) agora devem atender aos pleitos da empresa. Até porque, alguns deles também estão na relação de sócios da Sete Brasil. Os acionistas chegaram a aportar US$ 3,1 bilhões, ou R$ 8,25 bilhões, na Sete para a construção de 29 sondas, das quais 28 eram para a Petrobrás.

Há duas semanas, o assessor especial da presidência da Petrobrás, Paulo Alonso, disse acreditar que até outubro, os sócios já chegassem a um acordo sobre a equação financeira da Sete Brasil. Dessa forma, segundo ele, seria possível aliviar financeiramente os estaleiros, que atualmente passam por uma crise.

Fonte: ESTADÃO

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Enseada é a maior empresa de construção do Nordeste, segundo Valor

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A nova edição do Anuário Valor 1000, que teve circulação iniciada nesta terça-feira (25), no jornal Valor Econômico, traz a Enseada Indústria Naval como a maior empresa em sua área de atuação na região Nordeste (construção e engenharia). Pelo segundo ano consecutivo, o estaleiro aparece na publicação e, desta vez, com um salto de 216 posições no ranking nacional: passou da 396ª classificação em 2013 para 180ª em 2014, com uma variação positiva de 161,7%.

O Anuário Valor 1000 é uma das mais completas fontes de pesquisa sobre as empresas em operação no país. Com a experiência e a credibilidade do Jornal Valor Econômico, elaborado segundo critérios homologados pela Fundação Getúlio Vargas, a chancela da Serasa Experian, a publicação analisa 25 setores da economia brasileira, as 1000 maiores empresas do país, as 50 maiores por região, os 100 maiores bancos e as 250 maiores holdings.

O crescimento não pode parar

Mesmo sendo considerada a maior empresa de construção e engenharia do Nordeste e entre as 200 maiores do país, a Enseada foi afetada pela grave crise que a indústria naval brasileira vive atualmente. O estaleiro que a empresa possui na Bahia, hoje com 82% de progresso físico alcançado, teve suas obras de implantação paralisadas. As atividades de construção das primeiras sondas, que estavam a pleno vapor, também precisaram ser interrompidas após cerca de 2 milhões de homem/hora trabalhadas.

Para o momento atual, com o estaleiro em suas atividades normais, estava prevista a geração de 6 mil empregos diretos no empreendimento. Com a crise, menos de 300 pessoas estão trabalhando na unidade industrial da Bahia.

Fonte: Navegando Juntos

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